entendo que a melhor analogia de ser pai
é a dualidade: angústia e veneração.
semelhante ao contemplar o infindável e amável mar
ou o imenso e convidativo espaço.
é um buraco no peito.
é o peito cheio de
contentamento.
é maravilhoso e,
ao mesmo tempo,
tenebroso.
é o mais alto nível de fé,
e a maior e mais profunda dúvida.
mas o tempo, ele mesmo,
se encarrega de resolver
tudo isso.
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